Senado atual
Esquerda19
Centro26
Direita35
Sem classificação1
- Senadores governistas
- 38
- Senadores de atuação mista
- 13
- Senadores oposicionistas
- 30
Compare a composição atual com a projeção de 2027. O JOTA fez um levantamento com os dois favoritos em cada estado e o terceiro nome com mais chances, a depender das dobradinhas feitas e do cenário local e nacional. Além disso, levamos em conta a possível saída de senadores com mandatos até 2031 que podem ser eleitos governadores.
Espectro político. Direita: 35 hoje, 41 em 2027, aumento de 6 cadeiras. Centro: 26 hoje, 19 em 2027, redução de 7 cadeiras. Esquerda: 19 hoje, 20 em 2027, aumento de 1 cadeira.
Levantamento de Iago Bolívar, Edição de Juliana Castro e Design e desenvolvimento Guilherme Gomes
Explorar os estados81nomes: 3 por UF
54vagas projetadas para 2027
16segundas vagas em disputa acirrada
9senadores com mandato até 2031 concorrem a governador
3cenários projetados pelo JOTA
Projeto de Lei - Maioria simples, desde que estejam presentes ao menos 41 senadores.
PEC - 49 votos favoráveis (três quintos dos 81 senadores) em dois turnos
Impeachment de ministro do STF - 54 votos favoráveis(dois terços do Senado)
Eleição do presidente do Senado - 41 votos favoráveis (maioria absoluta da composição da Casa). Se ninguém alcançar esse número, há segundo turno entre os dois mais votados, mantendo-se a exigência de 41 votos.
Projeção 2027
O JOTA fez três projeções diferentes de composição do Senado a partir de 2027, de acordo com as chances de eleição de senadores com mandato até 2031 para os governos estaduais e a substituição por seus suplentes.
Deslize para comparar
Esquerda19
Centro26
Direita35
Sem classificação1
Esquerda20
Centro18
Direita42
Sem classificação1
Esquerda20
Centro19
Direita41
Sem classificação1
Esquerda21
Centro18
Direita41
Sem classificação1
O gráfico ao lado isola somente as 54 cadeiras em disputa para mostrar a mudança.
Compare a projeção-base de 2027 — uma cadeira de 2031 e dois favoritos por UF — com as 81 cadeiras atuais e explore as 27 disputas pelo mapa.
Cada UF mostra as três cadeiras do cenário-base de 2027: duas vagas projetadas na eleição de 2026 e o mandato de 2031, substituído pelo suplente quando há chance muito alta de eleição do senador a governador.
Sudeste · 3 cadeiras no Senado
A terceira linha corresponde ao mandato de 2031; quando o senador tem chance muito alta de ser eleito governador, entra o suplente no cenário-base. As duas primeiras linhas usam os favoritos 1 e 2 da nova projeção.
Geografia dos eixos
Em 10 estados, a projeção divide as duas vagas entre esses campos. Escolha uma composição para ver imediatamente onde ela aparece no país.
A estimativa de vencedores de eleições para o Senado é tradicionalmente considerada um desafio. A escolha do eleitor tende a ser tardia, o que torna as pesquisas nos meses anteriores pouco preditivas. Em 2022, as pesquisas de agosto apontaram na frente, em média, apenas 13 dos 27 candidatos que foram eleitos pro Senado em outubro. No caso de eleições para duas vagas, como em 2026, a incerteza costuma ser ainda maior. A escolha do segundo candidato ao Senado tem uma prioridade ainda menor para o eleitor ao longo da campanha, mas o peso dos votos é o mesmo para o resultado. Votos descasados ou decididos em cima da hora criam situações em que favoritos detectados corretamente pelas pesquisas podem ser derrotados, por serem pouco escolhidos na segunda opção. E ondas nacionais, como em 2018, têm o potencial de desorganizar palanques estaduais fortes.
Tomando por base o padrão de eleições anteriores, o JOTA testa uma projeção que considera, além das pesquisas para o Senado, fatores como a divisão de candidaturas dentro de cada campo político, a força de apoiadores e de campanhas casadas, o grau de apoio partidário e de penetração nas prefeituras e o perfil nacionalizado ou estadualizado da disputa em cada estado. Também são considerados atributos de cada candidatura, como a incumbência, o potencial de atrair voto cruzado e a ocupação recente de cargos. A cada fator foi atribuído um peso. No caso das pesquisas, o peso cresce progressivamente ao longo da campanha, refletindo a maior capacidade preditiva dos levantamentos mais próximos da votação.
A partir deste modelo, projetamos uma composição do Senado a partir de 2027. Para complementar essa projeção, também são considerados os nove senadores em meio de mandato que disputam eleições para governador. A eles é atribuída, pelas pesquisas e força local, uma chance de vitória, que também opera como chance de substituição pelo suplente no Senado.
A cada senador em mandato foi atribuída uma avaliação sobre o alinhamento com o atual governo, baseada nos votos e no posicionamento público. Para projetar a força de governo e oposição no futuro Senado, os candidatos que hoje não são senadores e os suplentes receberam classificação semelhante, a partir da atuação nos atuais cargos e nas declarações ao longo da campanha. Para efeitos de apresentação, o governismo em 2027 segue sendo apresentado como relativo ao governo atual, mas pode ser lido de forma inversa, no caso de eleição de candidato presidencial da oposição. Para todos os senadores, a classificação sobre espectro político leva em consideração o posicionamento dos partidos.
Há um caso particular. Ao descrever o Senado atual, para compará-lo com a projeção, Jussara Lima (PSD) é apontada como a senadora pelo Piauí no mandato iniciado em fevereiro de 2023. Ela é suplente do senador Wellington Dias (PT-PI), que ao longo dos quatro anos ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento e Assistência Social. A projeção do próximo Senado também leva em conta a presença dela no cargo, algo que pode ser alterado, de acordo com a formação do próximo ministério.